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Calculadora de juros compostos

O que décadas fazem com uma quantia modesta, com a parte adicionada pelos juros compostos mostrada em separado e o total reescrito em dinheiro de hoje.

Autoria: Equipe editorial do PocketPal Kids · Revisado e atualizado em: 22 de agosto de 2026
Todos os valores abaixo são contados nela.
Coloque 0 para ver o que o valor inicial faz sozinho.
10% é a média de longo prazo da bolsa americana. Não é uma promessa.
Opcional. Calculamos o ano em que você chega lá.
Usada só para reescrever o total em dinheiro de hoje. Coloque 0 para deixá-la de fora.

Esse é o saldo depois de anos. Dele, são juros que você nunca depositou.

Depositado por você
Ganho em juros
Em dinheiro de hoje

A linha é o saldo. A área preenchida é a parte que você mesmo depositou. Tudo entre as duas foi adicionado pelos juros compostos. Os anos correm na parte de baixo.

Você atinge a meta no ano .

A meta fica fora de alcance nesse período. Acrescente anos, aporte mais por mês ou revise a própria meta — das três alavancas, os anos costumam ser a mais forte.

O terceiro cartão é a mesma soma em dinheiro de hoje, com os preços subindo 3% ao ano. Nesse período os preços sobem vezes, e é por esse mesmo fator que o número principal parece maior do que aquilo que ele vai comprar.

A inflação está em zero, então o dinheiro de hoje coincide com o número principal. Coloque 2–3% ao ano para ver quanto do total a alta dos preços leva.

É preciso um valor. Os juros compostos trabalham a partir de um valor inicial ou de aportes regulares. Informe um dos dois — ou os dois, que é o mais rápido.

Como isso é calculado

A cada ano o saldo é multiplicado pela taxa, e os aportes do ano entram por cima:

saldo = saldo × (1 + taxa) + aportes do ano

Compor uma vez por ano é o modelo conservador. Com capitalização mensal, um horizonte longo terminaria cerca de um quarto mais alto. Escolhemos o modelo que promete menos e combina com o jeito como os retornos de mercado costumam ser citados.

Por que os primeiros anos parecem vazios

O ganho é uma porcentagem do saldo, então no começo ele é pequeno: R$ 25.000 a 10% acrescentam R$ 2.500 no primeiro ano — os mesmos números do texto sobre o milhão. Vinte anos depois, a mesma porcentagem acrescenta R$ 15.290 por ano; depois de quarenta, mais de R$ 100.000. A taxa nunca mudou. Só mudou a soma sobre a qual ela é aplicada.

Sobra uma alavanca que realmente importa: o tempo. Os aportes aceleram o começo e a taxa acelera tudo, mas os anos trabalham por você sem a sua participação.

O que a calculadora deixa de fora

Impostos, taxas de corretora e quedas do mercado. Os retornos reais não chegam como dez por cento certinhos: alguns anos perdem dinheiro, e a ordem dos anos bons e ruins muda o resultado de forma perceptível se você estiver sacando nesse período.

A inflação aparece numa linha própria em vez de entrar embutida no cálculo, para que os dois números fiquem visíveis: quanto será o saldo e quanto ele vai valer. A taxa é você quem define — 3% ao ano é a referência habitual para o dólar, mas para o real, o tenge ou o manat é diferente, e o seu próprio número é mais honesto do que o padrão de outra pessoa.

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